No Coração da Nossa Terra - Histórias da Nossa Gente

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Capa do livro No Coração  da Nossa Terra - Histórias da Nossa Gente

Sobre
a obra

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Entre memórias e histórias, este livro é um convite para viajar no tempo e percorrer os caminhos de Santo Antônio do Turvo, uma comunidade marcada pelo trabalho árduo e pelos laços de amizade que resistem às gerações.

Por meio de relatos envolventes, registros fotográficos e depoimentos emocionantes, a obra resgata a trajetória das pessoas que moldaram esse lugar, desde os primeiros mestres da educação até os talentosos músicos que deram ritmo à vida comunitária.

Entre tradições e mudanças, entre risadas e saudades, cada página traz à tona um pedaço da identidade de um povo que, com coragem e esperança, construiu sua história e sonha com o futuro.

Uma narrativa costurada com afeto e gratidão, que valoriza não apenas o passado, mas a essência de uma comunidade que segue viva no coração de quem a chama de lar.

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A inspiração

Os personagens

Imagem do personagem A Bruxa Zelda

A Bruxa Zelda

Entre tantos personagens que criei durante a minha trajetória como professora para ilustrar as minhas aulas ou para estimular a curiosidade das crianças, certo dia, surgiu a Zelda, uma bruxa diferente. Não é velha, nem feia e nem má, ela é inteligente e gosta de estudar.

Todo o seu poder vem dos livros em forma de conhecimento. Zelda não voa com a vassoura, mas usa muito o caldeirão, onde faz suas magias para a vida transformar.

Era tímida no princípio, mas foi conquistando seu espaço e adquirindo autoconfiança com o passar do tempo, até se tornar a protagonista de uma história que virou livro. A fonte de inspiração foi outra bruxa que um dia me enfeitiçou com seu amor e bondade.

Zelda era para ter sido apenas uma personagem ilustrativa das festas de Halloween que aconteciam na escola no final do mês de outubro. Porém, sendo uma bruxa, tinha vontade própria, o que lhe permitia certos poderes. Decidiu que merecia ser muito mais do que aquilo que pretendiam para ela e foi ganhando formas, ou melhor, transformando-se.

À medida que se transformava, tornava-se mais visível, mais conhecida, mais admirada, mais querida, mais empoderada... Até que um dia, assumiu a forma da sua criadora e passou a confundir as pessoas. Ninguém mais sabia dizer ao certo, qual era uma e qual era a outra. 

Então, eu percebi que era hora de fazer outro tipo de magia. Misturei pensamentos e letras, criei uma história divertida e coloquei a Zelda dentro de um livro. Certamente, o lugar mais apropriado para uma bruxa tão ousada e cheia de ideias. Lá é o lugar perfeito para ela viver suas aventuras!

Agora, todos poderão conhecê-la e aproveitar as lições que ela tem para ensinar.

Imagem do personagem Gusmão: o príncipe desencantado

Gusmão: o príncipe desencantado

Entre as histórias que conheço, muitas me impressionam pelo conteúdo, criatividade, encantamento e beleza, mas o simbolismo dos personagens é algo que chama muito minha atenção. Aquele sapo que se transforma em príncipe após receber um beijo da princesa sempre me trouxe questionamentos, então, minha imaginação travessa resolveu inverter isso ao criar o Gusmão. 

Lembro-me bem daquela noite de verão em que eu admirava as estrelas, sentada na varanda da minha casa de campo quando, de repente, Gusmão apareceu bem na minha frente, assim, sem pedir licença.

Fiquei olhando para ele, entre admirada e surpresa, imaginando em qual história poderia se encaixar. Ele também me olhava assustado, acho que não esperava ter me encontrado ali. Ficamos por algum tempo em silêncio, apenas nos olhando, até que, meio sem pensar, eu lhe perguntei o que um príncipe fazia naquele lugar.

Ele não respondeu. Apenas sorriu e segurou na minha mão e nessa hora ouvimos o som harmonioso de violinos tocando ao longe. Sem dizer sequer uma palavra, saímos rodopiando em passos de valsa, iluminados pela luz do luar. Não sei dizer quanto tempo durou esse encanto, mas foi o suficiente para eu nunca mais esquecer.

Pisquei os olhos para ter a certeza de que não estava sonhando e foi nesse momento que vi Gusmão, com suas longas pernas esverdeadas, saltando ao longe, na direção do lago. Fiquei observando a sua beleza natural, enquanto procurava entender como, num piscar de olhos, um príncipe se transformou em sapo.

Imagem do personagem Josefina: uma amiga especial

Josefina: uma amiga especial

Toda criança sonha em ter um animal de estimação. Particularmente, considero isso algo muito saudável e importante para o desenvolvimento infantil, desde que seja acompanhado de forma responsável pelos adultos, sabendo que a adoção não pode ser temporária e que os animais não são descartáveis.

É preciso orientar a criança sobre as necessidades do seu animal de estimação, os cuidados indispensáveis com a sua saúde, a alimentação adequada, a higiene, o ambiente e o espaço necessários, o carinho e atenção. Dessa forma, a criança vai aprendendo a se tornar responsável também, e isso ela levará para todos os aspectos da sua vida futura, com certeza.

Na minha infância, tive muitos animais de estimação: gatos, cachorros, passarinhos, porquinhos-da-índia e até um pinto. Com eles aprendi muito sobre amor, respeito, lealdade e a superar a dor da perda em duas situações. A primeira foi quando meu passarinho Chico fugiu da gaiola, bateu asas e nunca mais voltou. Nesse dia, também aprendi sobre prisão e liberdade. A segunda foi quando meu gato Aroldo morreu de causas naturais. Eu tinha quatro anos e foi a primeira vez que vivenciei a dor da morte. Comecei a entender que, às vezes, aqueles a quem amamos precisam se transformar em estrela e ir morar lá no céu. Essa foi a explicação mais convincente que recebi naquela época.

Foi na infância, ainda, que conheci a Josefina. Uma linda coruja marrom com olhos dourados bem redondos parecendo duas moedas de dez centavos. Ela vivia no tronco de um antigo jequitibá que existia perto da minha casa, era encantadora e ficava me olhando sem sair do lugar, apenas girando o pescoço. O meu maior desejo era tê-la como animal de estimação, poder acariciá-la, alimentá-la (eu nem imaginava do que as corujas se alimentam), brincar com ela era tudo o que eu mais queria. 

Certo dia, decidi prender Josefina em uma gaiola e com a ajuda do meu irmão, sem demora, lá estava ela olhando para nós com os olhos arregalados por trás das grades. Mas a intenção não era mantê-la presa por muito tempo porque eu já tinha aprendido sobre a prisão de aves. Josefina ficaria na gaiola até aprender a conviver conosco em liberdade, sem ir embora. 

Porém, ela foi embora muito antes do que eu poderia imaginar. Minha mãe descobriu a prisioneira e eu aprendi mais uma lição: animais silvestres não podem ser animais de estimação, eles devem ser livres e viver na natureza onde é o seu habitat e encontram tudo o que precisam. Devemos amá-los e respeitá-los, deixando-os onde estão. Foi com lágrimas nos olhos que vi Josefina alçar voo e sumir na mata.

Mas, depois ela voltou muitas vezes para cantar no tronco do velho jequitibá onde eu brincava. Josefina tornou-se minha amiga. Eu lhe confidenciava meus segredos e ela me ouvia em silêncio, seus conselhos eram ouvidos apenas pela minha consciência e quando eu ficava triste, ela me consolava sussurrando carinhos. Assim, nossa amizade se manteve até o dia em que eu precisei ir embora, deixando-a no velho tronco.

Agora, depois de tanto tempo, minha amiga reapareceu nas páginas amareladas da memória para fazer companhia a uma bruxa solitária que estava precisando de uma amizade verdadeira.

Imagem do personagem Estrelas tocam violinos?

Estrelas tocam violinos?

Às vezes nossos sonhos parecem muito reais e fica difícil acreditar que, de fato, dormimos.

Foi numa daquelas noites quentes de verão em que eu apreciava a sinfonia coaxante dos sapos lá no brejo, que me lembrei do Gusmão. Por onde andaria aquele príncipe? 

Nesse exato momento comecei a ouvir novamente o som dos violinos, vindo não sei de onde. Fechei os olhos e fiquei ouvindo aquele som harmonioso que se misturava com a cantoria dos sapos.

Como num passe de mágica, fui transportada por uma nuvem ao suave embalo da brisa na direção do som dos violinos. Fiquei encantada ao descobrir que a orquestra toda era formada por estrelas, cada uma mais empolgada que a outra, tocando alegremente o seu violino, dançando e brilhando como jamais seria possível visualizar de qualquer lugar da Terra.

Desejei ficar ali para sempre, desfrutando daquela sinfonia perfeita e incomparável. Deixei-me inebriar pela música e fiquei, como uma criança, imaginando que cada uma daquelas estrelas deveria ser um dos nossos ente queridos que Deus chamou para morar lá no céu.  

Então, um vento mais forte soprou e balançou os galhos da árvore sob a qual eu estava deitada. Abri os olhos e avistei o lindo céu estrelado. Bem ao meu lado, no brejo, os sapos continuavam com a sua sinfonia, indiferentes à minha presença.

Imagem do personagem As transformações da bruxa

As transformações da bruxa

Quando eu me refiro à bruxa, esqueçam a velha má que voa numa vassoura e faz feitiços malignos.

Falo de um ser plural e multifacetado, sinônimo de sabedoria, sagacidade, liberdade e determinação, mas que retrata, ao mesmo tempo, o seu lado humano, com as virtudes e as fraquezas.

“As aventuras da bruxa Zelda” é uma história carregada de simbolismos que podem ser observados tanto nos objetos, como nos acontecimentos e, principalmente, nos personagens.

Os elementos simbólicos encontrados na história são arquétipos que aparecem com a intenção de causar encantamento, envolver e trazer um significado especial ao leitor, traduzindo-se em ensinamentos e inspiração para a vida.

A Zelda, pelo fato de ser uma bruxa, era rejeitada por todos. Sentindo-se excluída e insatisfeita com a própria realidade, ela decidiu mudá-la usando seus poderes mágicos para se transformar em diferentes personagens.

Zelda usa o caldeirão para fazer suas poções, mas percebe-se que todo o seu poder vem do conhecimento encontrado nos livros e a magia vem do seu próprio interior, do seu esforço, da sua força de vontade, do seu querer ardente, da sua persistência e determinação.

Na realidade, não há nada de mágico em suas transformações. Ela apenas retrata as transformações que as pessoas passam durante o seu caminhar na história da vida. Todos nos transformamos o tempo todo em diferentes personas que nos ajudam a conviver em sociedade desempenhando papeis de acordo com as situações enfrentadas e isso é perfeitamente normal e saudável. Sem personas, provavelmente, enlouqueceríamos.

Por ser um livro dedicado aos professores, todos os personagens nos quais a Zelda se transforma, foram carinhosamente pensados e são arquétipos que guardam em si, características personificadas na figura do professor.

A primeira transformação foi em uma fada bondosa, gentil, amável e disposta a ajudar, espalhando sentimentos de amor, empatia e compaixão. Impossível não verificar características semelhantes nos professores que, com tanto carinho e dedicação, semeiam conhecimentos e sentimentos nobres por onde passam.

Em seguida, Zelda se transformou em uma adorável vovozinha. Não por acaso, muitas vezes o professor é chamado de avó pelos pequenos durante as aulas. Esse é um derivado do arquétipo materno e representa a magia do feminino, a sabedoria, o cuidado, o afeto, o zelo e o amparo. É o amor materno em forma de grande experiência. O arquétipo da avó foi a forma mais carinhosa que eu encontrei para representar todas essas características tão presentes e marcantes em cada professor que conheço.

A terceira transformação foi em uma princesa, para poder viver um momento romântico com o seu par. Princesas simbolizam a beleza, a delicadeza, a pureza de sentimentos e, ao mesmo tempo, a inteligência, a força e a coragem, por isso despertam paixões. Então, ninguém melhor para representar a imagem do professor, que com amor, delicadeza e inteligência faz despertar a paixão pelo conhecimento, o prazer em estudar e aprender, conciliando sabiamente a sua vida particular com as inúmeras tarefas profissionais.

Zelda também se transformou em um palhaço para divertir as pessoas e se divertir. O palhaço traduz na própria imagem a alegria, o bom humor e a leveza da vida. Tais características são visíveis no dinamismo, na capacidade de atrair para si a atenção e na desenvoltura do professor dentro da sala de aula, mostrando que a educação pode ser uma experiência prazerosa e divertida.

Por fim, ela se transformou em professora. O mestre é o arquétipo do conhecimento e a personificação de todos aqueles mostrados anteriormente.  A Zelda o escolheu para ser a sua transformação definitiva, ou quase, porque nada é para sempre, mas foi dessa forma que ela se tornou uma pessoa realizada e feliz. 

 Por isso, desejo que todos os professores possam se sentir assim, felizes e realizados, vivendo a sua missão e levando adiante a magia do conhecimento para transformar muitas vidas todos os dias.

 

 

 

Imagem do personagem O arquétipo da bruxa

O arquétipo da bruxa

A bruxa em si, não é boa e nem má. Trata-se de um arquétipo. Uma figura para representar o poder feminino.

Ela ancora os mistérios femininos e os ciclos da natureza, representados por meio do seu próprio corpo, através dos seus próprios ciclos e das transformações pelas quais passa ao longo da vida.

A bruxa, ninguém mais é, além da mulher, a fêmea da sua espécie que carrega no ventre a fertilidade e a sequência da vida. Assim como a terra aconchega e nutre a semente até que se torne planta, ela tem o poder de guardar e nutrir a vida, até que o novo ser surja de suas entranhas.

Esse poder mágico fez da mulher um ser sagrado e misterioso, unindo sua essência a dos deuses. Associado a isso, está o seu poder intuitivo, a sua capacidade de acumular inúmeros saberes e de moldar e utilizar as forças da natureza.

A premissa da magia que a acompanha é a de que tudo no Universo está vivo e interligado, e que existe uma força superior por trás de todas as coisas.

A bruxa é a mulher que reconhece e aprende a lidar com essa energia, tornando-se uma com a terra, com a água, com o ar e com o fogo, nutrindo-se dessas forças.

Porém, tudo isso foi estigmatizado com a figura da feiticeira velha, feia e má, associando a imagem da bruxa com energias negativas e deixando marcas de medo e horror que, nem mesmo as fogueiras da Inquisição conseguiram eliminar.

A persona da bruxa, portanto, esconde a sombra da mulher contemporânea que, na sociedade atual, desempenha diferentes papeis, tais como mãe, filha, esposa e profissional, deixando de lado aspectos profundos de sua alma e da sua essência.

Para que a mulher de hoje possa viver a sua inteireza, é preciso que faça as pazes com a sua bruxa interior e com a sombra coletiva que ela carrega, libertando-se do estigma feminino de fraqueza, inferioridade, medo, preconceito e repressão, impregnados desde a Idade Média.

A essa nova mulher cabe a responsabilidade de criar a ponte entre a alma sombria e a iluminada, entre o inconsciente e o consciente, entre o seu aspecto humano e o divino.

Só assim, a bruxa da atualidade estará, finalmente, livre para resgatar o seu poder pessoal, vivenciar os mistérios femininos, aceitar a sua condição humana dual e se integrar a si mesma, pela identificação com a sua divindade interior.

Seja bruxa, deusa ou, simplesmente, mulher! Mas, que a sua alma seja livre e empoderada o suficiente para experimentar o êxtase de ser quem você é.

Imagem do personagem Educação: a magia que transforma vidas

Educação: a magia que transforma vidas

Quando se fala em magia, o que lhe vem à mente?

Normalmente, quando ouvimos essa palavra, logo pensamos em algo fantástico, inexplicável, extraordinário ou ritualístico, relacionado ao ocultismo e a superpoderes. Mas, será que é só isso?

Foi em busca dessa resposta que eu resolvi pesquisar sobre o assunto.

Descobri que a magia é algo natural e inerente ao ser humano e a visão de sobrenatural e ilusionismo pertence apenas à ficção.

Magia nada mais é do que transformar uma realidade em outra utilizando as forças mentais para atingir qualquer objetivo e isso não é uma exclusividade dos bruxos ou de seres com algum dom especial.

Qualquer pessoa consegue fazer essa magia, desde que disponha de três ingredientes básicos indispensáveis: necessidade, vontade e concentração.

Necessidade é precisar aquilo que se deseja realizar, porque ninguém vai colocar esforço para realizar algo de que não precise.

A vontade está relacionada à intenção, ao propósito, ao desejo, ao querer muito realizar, seja lá o que for.

Concentração, como a própria palavra diz, tem a ver com concentrar a ação, ou seja, focar na meta, mentalizar o desejo realizado e investir tempo e energia para que o seu projeto se torne real. Isso significa agir e movimentar meios para criar a nova realidade, porque apenas ter necessidade e vontade, não é suficiente.

No nosso dia a dia, a magia se faz presente muito mais do que podemos imaginar, manifestando-se como a transformação de pensamentos em realidade e tornando concreto o que era apenas uma ideia. Movimentamo-nos o tempo todo, de alguma forma, para co-criarmos os nossos sonhos e transformarmos a realidade por meio das nossas atitudes, seja de forma consciente ou inconsciente, positiva ou negativa.

Fato é que vivemos em constante transformação.

Felizmente, existe uma super magia capaz de transformar a vida das pessoas de forma positiva e com consciência: a educação.

Através dela, é possível vencer a ignorância, combater as desigualdades sociais, contribuir para a melhora da economia, ampliar as condições de saúde e qualidade de vida, encontrar meios para diminuir a violência e todas as formas de preconceitos e intolerância, compreender a importância de cuidar do meio ambiente e praticar, no cotidiano, os conceitos de democracia e cidadania. 

Por meio da educação, as pessoas desenvolvem a capacidade de elaborar pensamentos críticos e posicionar-se da melhor forma, seja em conversas informais ou na vida profissional, a fim de reivindicar melhores condições sociais para si e aos demais.

Quem descobre e faz uso desse poder, consegue entender e modificar a realidade, vivenciar grandes transformações e experiências incríveis, tornando-se protagonista da própria história. 

Foi assim que aconteceu com a bruxa Zelda. Ela descobriu o poder mágico das letras, dos livros e da educação, utilizando-os a seu favor e em favor dos outros ao espalhar conhecimentos. Isso mudou a sua realidade e fez dela uma pessoa empoderada, realizada e feliz. 

E, se eu estou aqui hoje, escrevendo sobre esse assunto, é porque também descobri a magia da educação e o poder oculto nos livros. Foi utilizando os três ingredientes mágicos – necessidade, vontade e concentração - que eu fui me transformando ao longo dos anos até me tornar a pessoa que sou hoje.

Então, a história da bruxa Zelda pode ser a minha história, a sua história, a história de qualquer pessoa e, por isso, eu lhe convido a ser mais um aventureiro em busca dessa poção mágica transformadora de vidas. 

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